REGISTRANDO O COTIDIANO

O projeto Miséria que Habita reunirá imagens produzidas pelo fotógrafo Henrique Campos, com a curadoria do também fotógrafo Eder Chiodetto, registrando o cotidiano de pelo menos 30 personagens (pessoas, famílias e pequenas comunidades) em situação de vulnerabilidade social, que se organizam para combater a pobreza e garantir a manutenção de seus direitos.

O material será organizado em um site que além das imagens trará entrevistas com os personagens e com especialistas, vídeos e podcasts sobre estratégias de enfrentamento à pobreza.

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OUR VALUES

Think Big. Act Bigger.

HISTÓRIAS RECENTES

Registramos o cotidiano de pelo menos 30 personagens em situação de vulnerabilidade social.

Sueli de Souza Floriano

Grávida do quarto filho, carrega consigo um passado de desafios e falta de oportunidades: nascida no Itaim Paulista, bairro marcado por altas taxas de violência, perdeu a mãe assassinada aos 9 anos de idade. Passou a morar com a avó, mas aos 15 anos, sem perspectivas, saiu de casa e acabou vivendo nas ruas de São Paulo, onde começou a usar drogas. A partir dai foi um longo caminho de superação para deixá-las para trás.

Camila Cristina Barcelar

Sem incentivo e sem encontrar sentido no estudo, Camila abandonou a escola na sétima serie e ainda não conseguiu retomá-la. “Sonho em me formar no ensino médio, fazer cursos para cabelereira, trabalhar com carteira assinada e depois em abrir um salão para mim. Eu tenho muitos sonhos, eles pelo menos nunca me faltaram”.

Luiz Francisco do Carmo

Após perder a esposa e um dos filhos, o aposentado vive com o caçula, que recentemente deixou o sistema penitenciário e tenta reconstruir a vida. “Agora tomou juízo. Filho e assim, né?!”, diz na expectativa que o filho realize o sonho de arrumar um trabalho com carteira assinada e salário em dia.

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MÃO NA MASSA

Após alguns meses de pesquisa, o grupo chegou a conclusão de que o fator de maior impacto na recuperação social das pessoas é a Habitação.

Foi constatado que a maioria das pessoas que se encontram instáveis e em risco eminente de vida não tem condições básicas de moradia. Por isso fica definido que a maior parte da estratégia e fundos será dedicado para os problemas de Habitação.

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